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Quinta-feira, Agosto 25, 2011

DIA DO SOLDADO - Duque de Caxias, O Pacificador




















Bom dia!

Hoje a Borda faz uma reverência ao Dia do Soldado, atualmente tão negligenciado por nós.

Instituído em homenagem a um Herói de Guerra, Luís Alves de Lima e Silva - o Duque de Caxias, conhecido pelo justo építeto de "O Pacificador". 

Patrono do Exército Brasileiro, a mais respeitável instituição brasileira segundo seus próprios cidadãos, hoje que o homanageia e glorifica na data de seu nascimento - 25 de agosto - com o "Dia do Soldado".

 Caxias tem tido suas contribuíções inegáveis à constituição do Estado Brasileiro cada vez mais esquecidas das mentes e corações dos estudantes e cidadãos de hoje. Ao que parece, no Brasil, não se valoriza a figura que em toda parte do mundo, toda, sem exceção, recebe as mais altas honrarias de um povo, e isso desde antes do Império Romano - que é a figura do Herói de Guerra.

Aquele que lutou pela pátria, pela terra que abençoa os seus pés, no Império Romano, por exemplo, era recebido com glórias ao regressar, vivo ou morto - era honroso morrer em batalhas.

Em qualquer lugar do planeta, o Herói de Guerra não só é digno de respeito, como sua memória é sempre revisitada e glorificada, não só como agradecimento, mas como afirmação de nacionalidade, de patriotismo, dos mais elevados sentimentos que fazem uma pessoa ter amor à sua terra, e por ela morrer, se necessário for. 

"Luís Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias pacificou o Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e o Rio Grande do Sul, províncias assoladas, no século passado, por graves rebeliões internas.

Comandou o Exército em três campanhas externas - todas vitoriosas.

É sua a exultação abaixo:

 "O Deus dos Exércitos está conosco. Eia! Marchemos ao combate, que a vitória é certa, porque o General e amigo que vos guia, ainda, até hoje, não foi vencido!".

Caxias organizou o Exército Brasileiro, fez-se político, governou províncias e o próprio Brasil, pois foi Presidente do Conselho de Ministros por três vezes.

Não me alongarei falando das extensas contribuíções de Caxias ao país, seria prolixo. Apenas registro que um país que esquece seus heróis, facilmente esquecerá a si mesmo.

Não sei quanto aos outros, mas sei quanto à mim mesma: eu admiro profundamente aquele que às custas de sua vida - caso aconteça uma guerra, por exemplo - lutará em meu nome, pela minha terra, protegendo a minha vida, combatendo em meu lugar. 

E caso tombe, no exercício de tão nobre função, jamais será por mim esquecido. Acredito que não por seu país.

Viva o Dia do Soldado!

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