Nascido em 27 de outubro de1914, na localidade de Sawnsea no País de Gales, Dylan Marlays Thomas, teria uma vida curta, falecendo na cidade de Nova York em 1953.
And death shall have no dominion.
Dead mean naked they shall be one
When their bones are picked clean and the clean bones gone,
They shall have stars at elbow and foot;
Though they go mad they shall be sane,
Though they sink through the sea they shall rise again;
Though lovers be lost love shall not;
And death shall have no dominion.
And death shall have no dominion.
Under the windings of the sea
They lying long shall not die windily;
Twisting on racks when sinews give way,
Strapped to a wheel, yet they shall not break;
Faith in their hands shall snap in two,
And the unicorn evils run them through;
Split all ends up they shan't crack;
And death shall have no dominion.
And death shall have no dominion.
No more may gulls cry at their ears
Or waves break loud on the seashores;
Where blew a flower may a flower no more
Lift its head to the blows of the rain;
Though they be mad and dead as nails,
Heads of the characters hammer through daisies;
Break in the sun till the sun breaks down,
And death shall have no dominion.
A TRADUÇÃO ENCONTRA-SE DISPONÍVEL NA PÁGINA TRADUÇÃO DESTE BLOG.


2 comentários:
Poema forte! Eu gosto dessas imagens de carne e ossos, lembram magia rúnica. Vou lá ver sua tradução e depois te digo.
Oi Ana!!
Dylan Thomas era um poeta galês, como você sabe. E sendo o que era, nunca se afastou de suas raízes "imateriais".
É muito presente na poesia de Thomas os temas místicos ligados ao cristianismo, mágicos e mitológicos próprios do simbolismo mítico galês (pagão). E como você também sabe, há muitos elementos celtas e escandinavos naquela região, ela é formada por eles aliás...
Thomas é um autêntico representante do povo galês: um entrecruzamento da estória imagética (arquetípica, mitológica) dos povos que habitaram a região antes de sua cristianização, e do cristianismo gerado através daqueles elementos.
Uma parte de Thomas está na Bíblia sagrada e a outra está nos deuses do ar, do jardim, dos rochedos, do mar - no mundo das fadas, nos mistérios da escrita mágica (rúnica)...
A poesia de Thomas é antes de mais nada imagética. E sendo assim, riquíssima.
espero que você possa sempre sentir a força de um texto, ou de um poema...demonstra que ainda existem coisas que nos tocam de forma pungente...
mas sou uma pedante criatura que não deveria falar dessas coisas, mas que não agüentou, e hoje, na antesala de um médico, não resistiu a ficar calada e falou de todas as óperas que viu, gosta e desgosta - e o pior, havia ressonância!
hehehe
vania
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